Desculpas…

29 09 2008

Pessoas, o blog seguirá sem atualização por algum tempo…





Recomeçar é preciso

10 09 2008

Hoje, exatamente às 9h da matina, voltei aos treinamentos. Desta vez vai ser pra valer. Pelo menos eu espero que sim…

Fechei um pacote ultra-mega-extra-power que dá direito aos mais diversos esportes, entre eles boxe, muay thai, taekwondo, capoeira e, claro, a tradicional musculação.

E o sofrimento começou…

Confesso que, nos primeiros 3min na esteira, me senti como o Bolt em Pequim. Dois minutos depois, estava mais para Diego Hypólito (versão homem, claro), quase chorando, pensando seriamente em voltar para casa, deitar na minha cama e dormir. Seria o recorde de desistência. Mas segui firme. Aquela esteira não iria acabar comigo.  A cada passo, parecia que meu coração falava: “Mais um e eu paro.” Depois de 40min, sai da esteira e, com aquele ar de superação, quase levei um chão, como o próprio Hypólito (versão homem, claro). Sorte que ninguém, além da câmera de segurança, viu.

Aí veio a musculação. Puta coisa chata. Mas levantei alguns pesos, com as pernas e os braços, que ficaram dormentes. Por isso estou digitando com o nariz.

Amanhã, no mesmo horário, faço a primeira aula de boxe. Pra isso tô empolgado. Vamos ver até quando. Se bem que hoje rola uma festa aqui com o pessoal do jornal. Hummm…Amanhã vai ser foda.

Obs: impressionante como tem gente que gosta de esporte. Várias gatinhas na academia às 9h da madrugada. Mas sei que ali não é o meu lugar, afinal, tô parecendo uma porpeta. Sendo assim, não vou para cima de nenhuma delas. Mais um motivo para eu pensar em parar logo no primeiro dia. Mas não posso parar, estou gordinho e preciso perder peso. Este vai ser o meu mantra daqui para a frente: “Preciso perder peso. Preciso perder peso.” Vou precisar também de muita motivação. E um copo de Coca-Cola, talvez.

Parar de comer pizza vai ser a parte mais difícil. Puts, só agora pensei nisso.

Só com o treinamento de hoje já senti algumas diferenças:

1 - O sofá de casa ficou mais confortável

2 - Não preciso me preocupar com dores nas pernas, já que parece que estou com enxaqueca no corpo todo

3 - Não sentir os braços às vezes é bom…heheh

4 - Digitar com o nariz é mais fácil do que parece

5 – Antes, eu era um gordinho tranqüilo; hoje, sou um gordinho cansado 

Minha programação será a seguinte: musculação e aeróbico de segunda a sábado. Terças e quintas, pratico boxe e, as segundas e quartas, talvez (ainda estou estudando) faça taekwondo. O que isso quer dizer(?): ou eu perco peso ou, em no máximo duas semanas, tenho um infarto.

Acho a segunda mais provável.

Todos os dias, ou não, postarei algo sobre o meu dia de [quase]atleta.





Fotógrafo filho da p…

9 09 2008

Porque sair numa foto com uma [ex]prostituta não pega bem.





As coisas como elas são

9 09 2008

Até com a galera do mal…

- E aí, truta. Firmeza?

- Firmeza total, sangue bom.

- Certo. E aí, vai pro corre com nóis hoje?

- Vixi, truta. Hoje tá foda. Vou ficar na minha goma mesmo.

- Caralho, parceiro. Vamo pro corre com nóis. Vamo guenta uns playboy por aí.

- Não dá truta. Hoje vou ficar em casa com o meu namorado.

 

Responda rápido: qual o time dos caras aí de cima?

Quem acertar ganha uma foto autografada do Kaká.





O passado te(me) condena

3 09 2008

Para quem não sabe, acho que a maioria que lê o blog, eu, antes de ser um [quase]jornalista, fui bancário. Trabalhei no Telebanco do Bradesco.

Foi um tempo chato, mas ao mesmo tempo engraçado. Chato porque não gosto muito de regras, e o Bradesco era campeão em aplicar regras aos seus funcionários, como a obrigação de trabalhar de social em um local que não era visitado por clientes. E engraçado porque, assim como os amigos de trabalho (cerca de uns 500 que conhecei ao longo de quase quatro anos no banco [quase]completo), os clientes eram figuras impagáveis, que, mesmo alguns sendo estúpidos, faziam o meu dia melhorar em 70%.

Acho que todos nós ficamos fodidos quando um operador de telemarketing liga às 8h da manhã, ou mais cedo, oferecendo algum produto, mas você, caro leitor, não sabe o que os usuários do gerundismo passam nas centrais de atendimento.

Alguns casos que eu passei ou vi amigos passando. Primeira parte.

3h45 da tarde de um domingo ensolarado, um cliente liga para o Fone Fácil e diz: “Vitor, tem um cachorro na porta do BDN e eu não consigo entrar para sacar o dinheiro.” Fiquei 4seg sem saber o que falar, aí o cliente disse: ”Não tem como você tirar ele daqui”. – “Impossível, senhor. Pelo que vi, o senhor está na Bahia, e eu, em São Paulo”.

Sempre após as ligações, éramos “obrigados” a ofertar algum produto ao cliente. “Senhor, antes de finalizarmos a ligação, posso ter um minuto da sua atenção? Cliente: “Claro.” “O que o senhor faria hoje com R$ 22.500 brutos em suas mãos (dinheiro bruto na mão é um pouco difícil de conseguir, mas enfim…)?” Cliente: Compraria um carro, uma casa e mandaria a minha mulher para a puta que o pariu. Não agüento mais aquela puta.”

Um amigo, cheio de empolgação, vendendo uma capitalização. “Senhor, estou vendo aqui que o banco está pedindo para eu lhe ofertar uma capitalização. O senhor sabe do que se trata? Cliente: ”Não.”  “Tem interesse em comprar alguma coisa? Porque aí eu explico para o senhor como é o produto”.

31 de dezembro, às 20h15, plantão de Ano Novo. Meu horário de saída era às 20h30. E quando eu imaginava que já ia pra casa, comemorar a virada do ano, uma cliente liga. “Vitor, tenho uns 20 pagamentos para fazer, dá pra você agilizar porque eu tô indo viajar e meu carro está cheio de bebidas, comidas e meus amigos estão esperando”. Puto da vida, respondi: “Puta que o pariu. Filha de uma puta. Sua vaca, filha de uma rampeira. Vai chupar meia hora de rola, filha de uma biscate. Mal comida do caralho. (claro, disse isso depois de apertar o mudo no telefone). Vamos ao primeiro pagamento então?”  Quando terminei a ligação, desejei mais do que tudo na vida que o carro dela sofresse um acidente na estrada. “Boa viagem, boas festas e que a senhora não pegue nenhum congestionamento na estrada.”

Outro domingo ensolarado, e eu na central. “Filho da puta. Não é com você, não, Vitão (claro que ele fez isso para dar uma de fodão para uma mina ou amigo). E aí, tudo bem? (o cliente era meu amigão e eu nem o conhecia). É foda trabalhar num domingão desses, né? Puta sol, eu aqui na praia e você aí.”  E eu disse:”Pelo menos eu não fico na rua, correndo o risco de fazer alguma besteira. Hoje em dia as ruas estão muito perigosas.” Na verdade, eu queria dizer: “É foda mesmo, senhor. O Senhor não faz idéia. Além do puta sol que tá lá fora, tenho que aturar  um monte de filhos da puta aqui. É foda.”

É duro quando um duro liga. “Vitor, vê o saldo da minha conta, por favor.” “Senhor, o seu saldo atual é de R$ 1,25. Sujeito a alterações até o final do dia”, eu disse. “Só isso? Você tá de brincadeira comigo?”, disse o cliente, indignado. “Haaa. Pegadinha do Malandro. Claro que eu tô brincando, senhor. Além de operador de telemarketing, eu também faço uns bicos de comediante”, pensei.

Antes de chegar ao atendente, o cliente passa pela URA (atendimento eletrônico), que fala umas 20 vezes o nome do banco, aí o surdo entra na ligação e diz: “É do Bradesco?” “Não, aqui é do Itaú. As 20 vezes que a senhora ouviu o nome do banco, antes de falar comigo, foram todas de brincadeira (no mudo). Sim, senhora. Como posso ajudá-la?”, perguntei. “É que eu broquiei (sic). E não sei mais o que fazer”, disse, toda coitada. “A senhora já tentou enfiar o cartão no cu para ver se ele DESBROQUEIA”.

Essa acontecia sempre. “Vitor, ASSUSTA um cheque pra mim?”. “Claro, senhor, bota o borrachudo perto do telefone. Isso. Agora é comigo. BUUUUUUUU!!! Pronto, já assustei. Mais alguma informação ou serviço?”





Billie Jean é Bad

2 09 2008

O cara aqui ao lado, não fossem as 12.258.25 plásticas e os 2.548.55 moonwalkers que ele já fez na vida, seria o Michael Jackson, segundo um programa de computador que eu não sei o nome, muito menos como funciona e sei lá quem criou.

Ficaram surpresos com a foto do comedor de crianças astro POP?

Eu não.

 

O que mais me surpreendeu… Ou melhor, cheguei a uma conclusão depois de ver esta foto:

Nós, brasucas, também temos o nosso Michael Jackson.

Olha ele aqui embaixo. É igual. Puta que o pariu. Fiquei emocionado aogra.

E o nosso gosta de dar ré também. Veja aqui

Nota: se o kibeleco.com.br fizer esta comparação é plágio. Avisado.